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A
palavra metro tem origem no grego métron, que significa "o
que mede".
O
sistema métrico surgiu por volta do ano de 1790. Antes disso, cada povo usava
um sistema de unidades diferentes, o que, naturalmente, causava a maior confusão.
Por exemplo: o mesmo comprimento era medido em um lugar usando-se jardas e em
outro com o uso de palmos. O resultado disso tornava praticamente impossível a
comunicação entre os povos.
Para
solucionar esse problema, reformadores franceses escolheram uma comissão de
cinco matemáticos para que elaborassem um sistema padronizado. Essa comissão
decidiu que a unidade de medida de comprimento se chamaria metro, e que
corresponderia a décima milionésima parte da distância do equador terrestre
ao polo norte, medida ao longo de um meridiano.
Mas
a medida da distância do equador ao polo não era nada prática, tanto que ao
efetuarem os cálculos os matemáticos acabaram cometendo um erro. Então em
1875 uma comissão internacional de cientistas foi convidada pelo governo françês
para que reconsiderassem a unidade do Sistema Métrico, e dessa vez foi contruída
uma barra de uma liga de platina com irídio, com duas marcas, cuja distância
define o comprimento do metro, e para evitar a influência da temperatura, esta
barra é mantida a zero grau centígrado, num museu na Suíça.
Mas
os cientistas não pararam por aí, no decorrer do tempo foram sendo propostas
novas definições para o metro. A última, e que passou a vigorar em 1983, é
baseada na velocidade com que a luz se propaga no vácuo.
Resumidamente,
pode-se dizer que um metro corresponde a fração 1/300.000.000 da distância
percorrida pela luz, no vácuo em um segundo.
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